terça-feira, 27 de outubro de 2009

Abençoados sejam todos!


Pouco sabes, quase nada, e não sei se mostrarei o resto. Talvez não. Um mundo demasiado puro e próprio, que muitos pensam ter o privilégio de conhecer, mas não conhecem, e provavelmente não vão conhecer.

Voarão comigo os receptores de tamanho dom, e putrificarão na terra os comuns mortais, que nada sabem, e nada saberão.

Neste nosso mundo de que pouco sabemos, e são poucos os que querem saber, nada te mostro, nada vais conhecer. Que sorte a tua comum mortal, que privilégio o nosso sonhadores! Por fim, digo aos comuns que vivam com prazer, e aos abençoados (que com prazer já vivem), que nada tenham a temer.